2006-04-20

Eu não alimento esperanças
elas é que me alimentam
Eu não cultivo sonhos
sonhos brotam espontaneamente no meu quintal
e dão frutos e sombra

Não trago comigo mágoas
elas vêm coladas na sola do meu sapato
Ressentimentos eu não guardo
porque não tenho lugar para eles
ficam todos espalhados por aí

(inacabada)

3 comentários:

Anônimo disse...

Mauro Poeta? Esse eu ainda não conhecia.
Parabéns. meu caro, falas de seus sentimentos de forma bastante bela, neste poema. Deu-me a impressão de estar numa praia, contemplando a natureza.

Lisa disse...

Bonito e profundo ..:-)

Lisa

Luz Noturna disse...

Muito bom...faz meditar...
Pena que não acabou.