Eu não alimento esperanças
elas é que me alimentam
Eu não cultivo sonhos
sonhos brotam espontaneamente no meu quintal
e dão frutos e sombra
Não trago comigo mágoas
elas vêm coladas na sola do meu sapato
Ressentimentos eu não guardo
porque não tenho lugar para eles
ficam todos espalhados por aí
(inacabada)
2006-04-20
Postado por
Unknown
às
01:40
Assinar:
Postar comentários (Atom)
3 comentários:
Mauro Poeta? Esse eu ainda não conhecia.
Parabéns. meu caro, falas de seus sentimentos de forma bastante bela, neste poema. Deu-me a impressão de estar numa praia, contemplando a natureza.
Bonito e profundo ..:-)
Lisa
Muito bom...faz meditar...
Pena que não acabou.
Postar um comentário